Viva o ritmo de Aruba nesse passeio privado de barco — snorkel em naufrágios em Boca Catalina, risadas com seu guia local e momentos tranquilos em praias de Malmok a Arashi. Equipamento para pesca de fundo disponível. Brisa salgada, bebidas geladas e lembranças que ficam muito depois da toalha secar.
O passeio passa por Eagle Beach, Malmok Beach, Boca Catalina, Arashi Beach e Tres Trapi.
Sim, todo o equipamento de snorkel está incluído para os convidados neste passeio privado.
Sim, a pesca de fundo está disponível com equipamentos fornecidos durante o passeio privado.
Água mineral, chá gelado e Coca Cola são oferecidos durante todo o passeio.
Você terá um guia local experiente e um capitão qualificado durante todo o passeio.
Não há menção de traslado; os convidados se encontram diretamente no ponto de embarque.
A duração exata não é especificada, mas o roteiro inclui várias paradas nas praias da costa noroeste de Aruba.
Sim, o passeio é aberto para famílias; bebês devem ficar no colo de um adulto por segurança.
Esta atividade não é recomendada para quem tem problemas na coluna, condições cardíacas ou tendência a enjoo marítimo.
Seu dia inclui todo o equipamento para snorkel e pesca de fundo pronto para usar a bordo, além de água mineral, chá gelado e Coca Cola para refrescar entre os mergulhos. Um guia local experiente acompanha você junto com o capitão em cada parada — de Malmok a Arashi — garantindo diversão segura, seja flutuando sobre naufrágios ou relaxando ao sol antes de voltar juntos para a costa.
Não esperava rir tanto com pessoas que nem conhecia em um barco na costa de Aruba. A manhã começou com uma rápida apresentação do nosso capitão — Miguel, acho? — que nos entregou um chá gelado enquanto passávamos por Eagle Beach. O ar tinha cheiro de protetor solar e sal, e uma playlist de reggae misturava com o som das ondas batendo no casco. Teve um momento em que ancoramos perto da praia de Malmok, e eu fiquei ali, com os pés pendurados na água, vendo peixinhos prateados nadando em um mar tão cristalino que parecia até mentira.
O snorkel em Boca Catalina foi incrível — não sou muito ágil para calçar as nadadeiras, mas ninguém ligou. Nosso guia (Li, que cresceu ali perto) nos ensinou a encontrar tartarugas perto de Tres Trapi. Tentei agradecer em papiamento; Li riu e disse que eu parecia o sobrinho dele aprendendo a falar. Flutuamos sobre o naufrágio do Antilla — a sombra dele lá embaixo me deu arrepios. Vi um peixe-papagaio que parecia ter saído de desenho animado.
A pesca era opcional, mas duas pessoas do grupo se empolgaram — todo o equipamento para pesca de fundo já estava pronto. Eu fiquei só observando, tomando uma Coca gelada que suava na minha mão. O sol já estava forte, mas sempre tinha uma brisa fresca. Na praia de Arashi, ficamos só relaxando — de repente, todo mundo ficou quieto, menos um garoto tentando pegar lagartixas (sem sucesso). É engraçado como, rapidinho, a gente começa a se sentir parte do grupo.
Ainda penso naquela vista da ilha enquanto voltávamos — passando por Malmok de novo, a areia quase branca ofuscando sob a luz da tarde. Teve pequenos detalhes — o guia zoando alguém que deixou a máscara cair, ou a sensação da água gelada da garrafa depois do mergulho — que fizeram parecer menos um passeio e mais um convite para viver algo que só os locais fazem. Nem tudo foi perfeito (queimei os joelhos de sol), mas acho que foi por isso que ficou na memória.
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