Você vai deslizar pelas águas cristalinas de Aruba em um ensaio de caiaque privado, guiado por locais que realmente fazem você rir em vez de posar sem graça. Com instruções simples, momentos naturais capturados em fotos e vídeos (entregues no mesmo dia) e tempo para relaxar com um drink depois, você vai sair leve — não só pelas fotos, mas pelas memórias que vai guardar.
O ensaio dura cerca de 15 a 20 minutos do começo ao fim.
Não precisa ter experiência; a equipe te guia em tudo.
Sim, você recebe o álbum completo com mais de 40 fotos e 3 vídeos no mesmo dia.
Sim, bebidas são oferecidas antes ou depois da sessão.
O passeio é acessível para cadeirantes e bebês podem participar acompanhados de um adulto; a maioria das pessoas consegue participar.
Sim, animais de serviço são permitidos durante o passeio.
Essa é uma atividade privada — só o seu grupo estará presente.
Sua sessão inclui o uso de um caiaque transparente nas águas turquesa de Aruba, orientação especializada de uma equipe local durante todo o ensaio privado, bebidas cortesia antes ou depois para você relaxar, além de um álbum completo com mais de 40 fotos editadas e 3 vídeos entregues no mesmo dia.
Vou ser sincera — quase desisti do ensaio de caiaque transparente em Aruba porque meu cabelo estava aquele frizz típico de ilha e pensei: “Hoje não vou posar pra câmera.” Mas a nossa guia, Luz, só sorriu e me entregou uma água gelada enquanto preparava os caiaques. Ela disse que o vento deixaria meu cabelo com um “ar de vida”, o que me fez rir (e até funcionou). A água tinha aquele azul surreal que só se vê em cartão-postal, mas era real. Ainda era cedo, então não tinha ninguém além da gente, alguns pelicanos voando lá em cima e a Luz dando instruções suaves tipo “olha pra esquerda” ou “respira fundo”.
O caiaque transparente parecia estranho de tão firme. Eu ficava olhando para os meus pés pelo fundo — dava para ver tudo, até peixinhos passando rápido por baixo. A Luz mostrava uma pose e depois fazia junto, o que ajudava porque eu geralmente fico meio travada na frente da câmera. Ela falava coisas tipo “finja que está só flutuando para casa”, e eu ria tanto que ela até pegou no vídeo. Teve um momento em que o sol bateu na água de um jeito que parecia que estávamos dentro de um copo de Sprite — cheio de bolhas e luz. Não esperava me sentir tão à vontade com alguém apontando uma câmera pra mim.
Depois sentamos na areia tomando uns drinks (tinha água gelada, mas também uma bebida doce com limão — não faço ideia do que era). A Luz mostrou algumas fotos no celular para eu dar uma espiada antes de enviarem o álbum completo ainda naquele dia. Tudo durou uns 20 minutos, mas, sinceramente, ficou comigo mais do que alguns passeios longos que já fiz aqui. Até hoje, quando vejo aquelas fotos, lembro do sol quente nos ombros e do que a Luz disse: todo mundo fica melhor quando é só ele mesmo. Isso deve valer em qualquer lugar, mas aqui é especial.
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