Você vai pedalar pelos bairros mais tradicionais de Buenos Aires — os cantinhos do tango em San Telmo, as cores vibrantes de La Boca e o charme à beira do rio em Puerto Madero — tudo guiado por um local. Prepare-se para paradas com mate e alfajor, risadas com palavras trocadas e momentos em que a história da cidade parece estar sob suas rodas.
O passeio dura cerca de 4 horas do começo ao fim.
O roteiro passa por San Telmo, La Boca (com Caminito), Puerto Madero, Monserrat e o centro da cidade.
Sim, você vai provar o tradicional mate argentino junto com um alfajor durante o tour.
Não, mas não é indicado para iniciantes; é preciso ter confiança básica para andar de bike.
Sim, o uso da bike (com marchas e suspensão) e capacete estão incluídos na reserva.
A idade mínima é 12 anos (aproximadamente 1,5 metro de altura).
Não há transfer; o ponto de encontro é central em Buenos Aires.
O grupo é pequeno — no máximo 6 pessoas por saída.
Seu dia inclui o uso de uma bicicleta com marchas e suspensão, capacete, água mineral para hidratar entre as paradas, além do tradicional mate argentino com um alfajor para acompanhar — tudo guiado por um local que fala inglês e conhece cada canto desses bairros.
Nos encontramos na entrada de San Telmo, as bicicletas alinhadas e nosso guia — Martín — já brincando sobre o trânsito porteño (“não se preocupe, eu vou proteger vocês com meu corpo!”). Os primeiros minutos foram meio desajeitados (faz tempo que eu não andava de bike), mas logo o centro da cidade se abriu para nós. A Plaza de Mayo estava mais animada do que eu imaginava, com crianças correndo atrás dos pombos e alguém tocando violão na sombra. Martín apontou marcas de bala numa construção antiga — disse que são de protestos de décadas atrás. Não esperava sentir a história tão perto assim.
Fizemos ziguezague pelas ruas de pedra de Monserrat e depois seguimos para San Telmo. No ar, um cheiro leve de café e algo doce — talvez churros? Um vendedor na rua acenou para a gente, mas seguimos em frente; Martín prometeu que pararíamos para mate mais tarde. Tentei falar “alfajor” do jeito dele (falhei feio) e ele riu. O barulho dos paralelepípedos sacudia meus dentes, mas isso só ajudava a entrar no clima do velho Buenos Aires. Paramos na Plaza Dorrego bem na hora em que um casal começou a dançar tango ali mesmo na calçada — não para turistas, só porque queriam.
La Boca me atingiu como uma explosão de cores — as casas pintadas do Caminito são ainda mais vibrantes pessoalmente. Crianças jogavam futebol numa viela enquanto os pais observavam das portas. Paramos perto do estádio La Bombonera; dava para ouvir alguém treinando bateria lá dentro, o som ecoando pelas paredes. Martín serviu mate do seu térmico (chamou de “o verdadeiro”) e distribuiu alfajores embrulhados em papel manteiga. Ainda não sei se gostei do mate — é amargo, mas meio que conforta depois de tanto pedal.
O trecho por Puerto Madero foi mais tranquilo, o vento do rio misturando com o cheiro das parrillas próximas. A Puente de la Mujer parecia quase futurista depois de tanto bairro antigo — ficamos um tempo apoiados no guidão só vendo os barcos passarem. Minhas pernas já estavam cansadas, mas, sinceramente, não queria que acabasse tão cedo.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?