Seu passeio privativo começa com o guia te buscando no hotel em Munique. Descubra os castelos do Rei Ludwig sem pegar fila em Neuschwanstein, almoce nas ruas coloridas de Oberammergau e explore os salões dourados de Linderhof antes de voltar pra casa cheio de histórias (e talvez um pouco de queijo na camisa).
O passeio dura o dia todo, incluindo o tempo de viagem entre Munique, Castelo de Neuschwanstein, almoço em Oberammergau e visita ao Castelo de Linderhof antes de retornar.
O tour reserva um tempo para o almoço em Oberammergau; a refeição não está inclusa, mas o guia indica os melhores lugares locais.
Não, os ingressos sem fila para Neuschwanstein e Linderhof já estão incluídos no valor do passeio.
Sim, o serviço de busca e retorno ao hotel em Munique está incluso na sua reserva.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinho e cadeirinha especial, disponíveis sob solicitação.
É bom usar tênis confortável; a subida até Neuschwanstein leva cerca de 20 minutos a pé, principalmente no inverno quando o ônibus não funciona.
Sim, você terá tempo livre em Oberammergau para almoçar e passear antes de seguir para Linderhof.
Sim, há transporte público disponível próximo aos pontos de encontro, se necessário.
O passeio inclui busca e retorno privativos ao hotel em Munique, transporte em minivan climatizada com guia local, ingressos sem fila para os castelos de Neuschwanstein e Linderhof, visitas guiadas aos principais ambientes de cada castelo, subida de ônibus ou charrete para Neuschwanstein quando disponível (senão, caminhada panorâmica), além de tempo livre para almoço e compras em Oberammergau antes do retorno.
Encontramos nossa guia, Anna, logo na porta do hotel em Munique — ela nos recebeu com um sorriso fácil e um “Servus!” que fez parecer que já éramos amigos há tempos. No caminho para o sul, ela foi contando histórias sobre o Rei Ludwig II que você não ouve em audioguia nenhum. Nunca esqueço dela falando da obsessão dele por cisnes — apontou um lago pequenininho na estrada e disse que ele remava ali sozinho à noite. O cheiro de mato úmido entrava pela janela aberta, e eu me peguei sorrindo à toa.
O Castelo de Neuschwanstein parecia coisa de filme, lá no alto do penhasco. Pulamos aquela fila gigante de ingressos (confesso, deu até um pouco de culpa) e a Anna levou a gente direto pra dentro. Os salões são tão cheios de detalhes que chega a ser surreal — dourado pra todo lado, paredes de veludo, murais de cavaleiros lutando com dragões. Ela sussurrava curiosidades sobre a vida do Ludwig enquanto andávamos; parece que ele gastou milhões ali, mas quase nunca dormiu no castelo. Toquei na pedra gelada da janela quando ninguém via — só pra ter certeza de que era real. Minhas pernas estavam cansadas depois da subida (ainda mais com bota de inverno), mas sinceramente? Valeu cada passo.
O almoço em Oberammergau foi mais demorado do que imaginei — e isso foi ótimo. Anna sugeriu um käsespätzle num restaurantezinho perto das lojas de entalhe em madeira. O queijo era forte, cremoso, e eu comi até não aguentar mais. As casas todas pintadas chamavam atenção; uma tinha um mural do João e Maria que me fez rir alto porque a bruxa parecia muito minha professora de matemática. Depois do almoço, demos uma volta e vimos artesãos locais esculpindo presépios — um deles até chamou a gente pra assistir de pertinho.
O Castelo de Linderhof tem outro clima — escondido entre árvores, menor, mas com um ar mais íntimo. O Salão dos Espelhos refletia toda a luz da tarde, parecia que dava pra atravessar. Anna explicou que Ludwig ficava ali sozinho por horas, conversando com o próprio reflexo (triste, mas de certo modo, compreensível). No caminho de volta pra Munique, fiquei só olhando os campos nevados e pensando nesses sonhos esquisitos guardados nos castelos. Até hoje não sei se Ludwig era solitário ou só estava à frente do tempo dele.
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